sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Novas fotos e videos

Durante os próximos dias, conforme houver disponibilidade serão carregados mais fotos e videos.

Obrigado
A Gerência


Mega video tour das férias:

Lista dos estados em que metemos pé

- Nova Iorque
- Flórida
- Georgia
- Alabama
- Mississipi
- Tenessee
- Arkansas
- Oklahoma
- Texas
- Novo México
- Arizona
- Utah
- Califórnia

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dia 19 - S. Francisco

Mais um dia a 100 à hora, mas desta vez foi mais a pé e de cable car. Mas, para não perder o hábito de manhã fomos de carro fazer a Lombard Street, a rua muito ingreme cheia de hortensias e com várias curvas género escada, a rua que os S. Franciscanos (será assim?) chamam de "a rua mais sinuosa do mundo", vê-se logo que nunca passaram pela Mouraria... depois das fotos e videos à Lombard, à vista sobre a cidade, a baía, e a Alcatraz, prosseguimos até Point Lobos no extremo Oeste tomar o pequeno almoço a ver o Pacífico.

De seguida, depois de estacionar o carro (é praticamente preciso um curso superior aqui em S. Francisco, tal a complexidade dos sinais), fomos até ao Pier 39 ver os leões marinhos e para grande felicidade das crianças (e adultos) visitar o aquário da Baía.

Apanhámos o eléctrico até à Chinatown, que é uma Chinatown a sério, nem tem comparação com Canal St. de Nova Iorque, caminhámos até ao centro da cidade, onde experimentámos o castiço cable car até Fishermans Wharf. Nova mudança estratégica de estacionamento do carro... e novamente cable car por Hyde St. onde apanhámos um barrete ao jantar, não tanto pela comida, mas pelo preço final que foi inflacionado pelo imposto e auto-gorjeta (aviso: uma consulta no amigo Wikipedia revelou que mesmo nos EUA é uma prática desonesta e que uma pessoa se pode recusar perfeitamente a pagar). Mais um passeio de cable car, ida e volta até ao centro, por razão nenhuma, simplesmente pelo gozo de andar no cable car.

Gostámos muito de S. Francisco, uma cidade muito bonita, com esplanadas!!, onde se pode jantar mais tarde (por volta das 21h e em diante), onde se respira um ambiente de liberdade, uma cidade que realmente merecia mais tempo.

Amanhã, é arrumar as malas e uma viagem de 16h de avião pela frente... assim de repente acho que ainda vamos ter saudades das tiradas de carro.



quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dia 18 - Yosemite / San Francisco

Cá estamos no final da viagem! Acordámos praticamente no meio da montanha, e seguimos caminho para Yosemite. Isto, já parece um disco riscado, sempre a passar a mesma coisa, mas Yosemite é mais um parque natural que oferece aos visitantes cenários espéctaculares.

Para contentamento geral, e em particular do Afonso vimos vários animais, ali mesmo à nossa frente soltos no habitat natural, veados e uma raposa (ontem na estrada surgiu o que parecia um lince ou outro felino de médio porte). Vimos uma indicação na estrada que mencionava uma altitude de 10.000 pés, mais ou menos 3000 metros e lá em cima pelos trilhos e estradas secundárias as montanhas elevavam-se ainda mais e mesmo nos cumes ainda tinham neve. Na estrada onde passámos existiam vários lagos e sequóias de tamanho razoável. Fizemos um pic-nic ali, e parámos várias vezes para contemplar e tirar fotografias.

Depois do banho de natureza em estado puro, foi seguir caminho até S. Francisco e foi com alegria que hoje se estacionou o carro, amanhã de pouco ou nada irá servir. Ainda demos um passeio por S. Francisco e deu para ver que realmente é muito inclinada e bastante bonita, com muitas pessoas a andarem pelos passeios a horas que na América profunda já não se vê vivalma.

Amanhã é o último dia, desta grande aventura que nos trouxe do Atlântico ao Pacífico, 4000 milhas (mais alguns trocos) ou nas medidas europeias qualquer coisa como 6500 quilómetros!

Dia 17 - Las Vegas / Death Valley / Mammoth Lakes (Yosemite)

Mais um dia, mais uma voltinha de carro de 500kms. Tivemos de ir a uma loja de pneus resolver a questão da válvula, fomos abastecer o carro e bagageira de viveres para avançar para o vale da morte.

Gastámos no casino do hotel a fantástica quantia de 2 dólares, portanto 1 dólar por cabeça porque o Afonso para Las Vegas só conta daqui a mais uns anitos. Fizemos mais um passeio de carro pela Las Vegas Boulevard para tirar mais umas fotos (de dia perde um pouco o encanto) e seguimos caminho.

Estavamos psicologicamente preparados para apanhar temperaturas na ordem dos 40 graus para cima. Mas, na verdade, cruzamos o parque (sem pagar o fee...) e a temperatura máxima que apareceu no termómetro do carro foram uns miseros 37º, não fez juz à fama e aos avisos. Estava muito mais quente na Flórida que no Death Valley. Já por outro lado, mais uma vez (aqui nos EUA é o prato do dia) a paisagem era formidável, uma desolução magnífica. A estrada desde o final do Death Valley até à auto-estrada para Yosemite, uns 80kms de curvas encadeadas em lombas foi puro divertimento de condução.

Páramos para jantar numa terreola chamada Lone Pine, onde comemos num diner chamado Bonanza a melhor comida mexicana de sempre. Com a barriga cheia foi fazer mais uns quilometros até ao Motel 6 em Mammoth Lakes, onde pernoitámos. O ar é puro a 2400 metros de altitude e estava bem fresquinho. Durante a noite o termómetro desceu até aos 3º, uma amplitude de praticamente 35 graus em menos de 10 horas!




terça-feira, 31 de agosto de 2010

Dia 16 - Sedona / Grand Canyon / Las Vegas

Disclaimer: visto que só houve a possibilidade de escrever isto 48h depois, é provável que alguma coisa falhe ou fique pelo caminho.

Sedona, deve ter um mayor português, foi a única localidade dos EUA que passámos que tinha o sistema de rotundas em vez de cruzamentos, até é cómico ver os américas a atrofiarem com aquelas coisas redondas esquisitas ali no meio da estrada. Lá seguimos até às mesas e buttes (que são formações rochosas) e tirámos umas fotos catitas. Pelo menos durante o dia veêm-se pessoas, porque à noite a partir das 21h mais parece uma cidade fantasma.

Seguimos caminho para o Grand Canyon, e quando lá chegámos a palavra-chave a reter é Grand, porque no mínimo é grandioso. É uma beleza natural esmagadora e que não há palavras para descrever e mesmo as fotos também não transmitem a magnitude da coisa. Fomos a vários pontos com angulos diferentes tirar fotografias, e "dipámos" mesmo a uns 3 metros do precipicio, foi o snack com a melhor vista das nossas vidas. No regresso ao carro ainda alimentámos com a mão um curioso esquilito que apareceu.

No caminho para Las Vegas, depois de tanto off-road, e como a direcção cada vez estava mais torta, decidi parar e verificar/meter ar nos pneus. Mais valia estar quieto... a válvula de um pneu estava toda ferrugenta e partiu. Uma hora a trocar o pneu pelo sobresselente que é tipo pneu de bicicleta, e lá fomos em velocidade reduzida até Las Vegas. Chegámos ao hotel/casino praticamente à meia noite e estafados, só deu mesmo para fazer a Las Vegas Blv. (a famosa strip) de carro e tirar umas fotos e fazeer uns videos.

A experiência hotel-casino é diferente, e pode-se dizer que é confortável, mas não gostámos, derivado de 3 questões, tudo é um extra pago à parte (ex: a Internet são uns "módicos" 13 usd, claro que mandàmos à fava a Internet), é demasiado grande e impessoal (do carro até ao quarto são uns 10m a andar...) e no casino floor a certas horas dá pena certas pessoas que lá andam, claramente apanhadas pelo vício do jogo.

Ficam aqui algumas imagens de Las Vegas, a cidade do pecado, ou mais um "parque-temático" para adultos muito brilhante e caro.



O Grand Canyon.

Ponto de situação

Estamos no Motel 6 em Mamoth Lakes conforme previsto, enquanto escrevo estas linhas estou a beber um Pinot Noir da Califórnia e a comer morangos. Portanto está tudo a correr bem. Os dias têm sido muito cheios e estamos cansados mas felizes.

Amanhã, a ver se pela manhã consigo actualizar isto em condições.